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Como fazer uma pauta de reunião eficiente em sua empresa

pauta de reunião eficiente - elisandra cabral

Final de ano chegando e a empresa precisa fechar balanços e fazer o planejamento estratégico para o ano que vem. As reuniões são inevitáveis e os funcionários estão cansados.Você precisa de uma pauta de reunião eficiente para dar conta de tudo o que precisa ser feito.

Sem contar que o setor de vendas não para e você tem que gerenciar os temporários dentro da nova lei trabalhista. Resumindo: está um caos! e você não está feliz.

No entanto esse caos pode ser organizado se você souber fazer uma pauta de reunião eficiente. Neste post, trouxemos o passo a passo para você atingir suas metas sem desgastes desnecessários.

1 – Estabeleça uma comunicação objetiva

A linguagem a ser utilizada nas reuniões de final de ano tem que ser objetiva. O tempo é corrido e as atribuições são enormes. Portanto, estabeleça pontos a serem tratados antes de iniciar qualquer reunião.

Falando em comunicação é importante comunicar a todos os funcionários o cronograma de reuniões. Assim, monte uma tabela com horários e os nomes dos funcionários convocados para cada reunião.

2 – Delegue funções

Se você for conversar com todos os funcionários de sua empresa, terá um gasto de tempo enorme. Por isso, delegue funções. Chame um funcionário responsável por cada departamento da empresa e faça uma reunião geral com todos eles. A ideia é criar multiplicadores.

Quando for necessário se reunir com um setor inteiro, empodere uma pessoa para anotar as sugestões em um quadro. Determine o tempo do processo e faça uma finalização adequada.

3 – Monte equipes com metas objetivas

É essencial que as metas sejam colocadas de maneira objetiva. Você pode querer vender mais, mas vender mais quanto? Quantas fantasias da mulher maravilha tamanho P você quer vender?

Quanto mais clara e específica a meta, maior a chance de a equipe conseguir cumpri-la.

4 – Faça um mural de sugestões

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Deixe permanente na empresa um mural de sugestões para os funcionários. Muitas vezes, eles têm ideias que solucionam problemas e lhe poupam uma série de reuniões.

Para tornar a ideia mais interessante, peça as pessoas para se identificarem nos papeis e premie quem tiver a melhor ideia.

5 – Construa uma pauta de reunião eficiente

De posse dos assuntos a serem tratados, da lista de funcionários convocados, do horário previsto, das metas estabelecidas e das sugestões acatadas, é hora de montar a sua pauta. Para tanto, insira uma hierarquia de temas a serem abordados. Coloque o tempo que pretende discutir cada um deles.

Delegue a uma pessoa a função de seguir com os horários pré-estabelecidos. Marque os pontos que necessariamente precisam ser solucionados naquele momento. Sinalize os que podem ficar em aberto.

Geralmente os pontos em aberto são aqueles em que a equipe não consegue pensar em uma solução imediata. Determine o tempo para sugestões chegarem por e-mail e marque como item prioritário para a próxima reunião.

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Antes de encerrar a reunião lembre-se de agradecer a presença de todos e de frisar os pontos resolvidos, assim como a data do próximo encontro.

Agora que já lhe contamos como fazer uma pauta de reunião eficiente, que tal deixar nos comentários algumas dicas para a gente. Responda à pergunta: qual a melhor maneira de fazer uma reunião de negócios?

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Natal na empresa: como preparar a melhor festa de fim de ano

Natal na empresa - Elisandra Cabral

Final de ano chegando e é a hora do natal na empresa. As dúvidas para esse momento são enormes e incluem desde os tempos de crise às motivações dos funcionários.

Entretanto, realizar uma confraternização corporativa é uma maneira muito eficiente de lidar com os problemas internos da organização. Você pode aproveitar o momento para conhecer melhor os funcionários e alinhar os times das diferentes equipes de trabalho.

Neste post, trouxemos algumas dicas para você preparar a melhor festa de fim de ano de sua empresa. Confira!

Aprenda a investir no natal da empresa

A primeira ideia que você precisa ter em mente é que o natal na empresa é um investimento e não uma despesa. E, como todo investimento, é necessário planejamento. Por isso, programe o evento com antecedência e fique dentro do orçamento.

Envolva os funcionários para a festa de confraternização

A festa é para os funcionários, portanto, eles precisam estar envolvidos no processo. Faça uma enquete para descobrir o tipo de festa que os funcionários desejam. Deixamos abaixo um pequeno questionário, simples, rápido e objetivo para lhe ajudar.

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Comunique as decisões da festa

Após a análise do questionário, comunique aos empregados o que ficou decido. Chega de ser democrático, não é possível agradar a todos de qualquer forma. Faz parte do trabalho de um líder tomar decisões.

Uma forma interessante de fazer esse comunicado é por meio de um folder digital contendo os principais pontos da festa. E não se esqueça de fazer um convite bem temático.

Integre os participantes da empresa

O grande segredo para o sucesso de qualquer evento está na expectativa daqueles que vão comparecer. As pessoas se preparam para ir a confraternizações. Aposte nisso!

Para promover a maior integração para a festa, crie um grupo de WhatsApp específico para isso ou um evento na página do Facebook.

Insira perguntas diárias que promovam o engajamento dos participantes, como:

  • O que vocês acham de um kit da Cheiro & Cor para sorteio na festa?
  • Onde podemos alugar um vestido legal?
  • Qual a roupa masculina mais adequada para a ocasião?

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Perguntar a respeito de tipos de dinâmicas a serem feitas, pode ser uma boa ideia. Enfatize a intenção de incluir todos os presentes – de maneira opcional, é claro – e evite brincadeiras que possam gerar desconforto para os funcionários como inimigo oculto. E lembre-se: dinâmicas não são obrigatórias no natal da empresa, o bem-estar dos funcionários sim. Se você achar que é melhor, retire-as da programação e deixe os sorteios ou quem sabe até um miniconcurso de dança.

Incentive outros funcionários a colocarem suas dúvidas, postarem fotos com sugestões. Não monopolize o grupo, ok?

Aproveite o momento para o endomarketing

O momento do natal na empresa é uma ferramenta poderosíssima para práticas de endomarketing.

Para isso, aproveite a decoração da festa para fortalecer a identidade da marca, usando as cores da logomarca.

Inclua os empregados na cultura da empresa inserindo valores no evento. Uma pequena apresentação de Power point ou um vídeo interno curto e bem editado são muito bem-vindos. Um discurso rápido e coerente de boas vindas, também. 

Parabenize todos aqueles que atingiram as metas e monte uma única meta genérica para o próximo ano: vender mais!

Se a empresa for lançar um novo produto ou serviço, esse é o momento de comunicar em primeira mão aos funcionários. Faça todo o possível para que eles interajam com a novidade.

Mensure a satisfação dos funcionários com o natal na empresa

Seja criativa na hora de pedir que as pessoas avaliem o evento. Um pequeno questionário enviado por e-mail para aqueles que comparecem à festa, é eficiente e não chateia ninguém.

Com essas dicas, você vai preparar a melhor festa de natal na empresa em sua organização. Ficou alguma dúvida? Deixe seu comentário que a gente responde rapidinho.

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10 superdicas de preparo de slides para falar em público

superdicas - falar em público - elisandra cabral

Você vai fazer uma apresentação para a equipe de sua empresa ou mesmo para um evento maior. Já sabe quais as técnicas de oratória que funcionam e já fez toda a preparação prévia. Agora é hora de cuidar do apoio visual.

A forma mais comum de apoio para apresentação de palestras é a utilização de slides. O problema é que existem tantas maneiras de prepara-los que você está confuso. Chega de preocupações! Neste post, separamos 10 superdicas para você preparar slides eficientes antes de falar em público.

1-Coloque um título

A sua apresentação vai precisar de um título geral, que vai no primeiro slide. Nos demais, é importante colocar subtítulos para que o público saiba o assunto que está sendo abordado.

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2-Faça legendas

Fazer legendas é útil no momento de preparação da apresentação. Isso porque ao colocar a legenda, você vai decorando o que deve ser dito em cada slide.

3-Escreva em letras legíveis

Fazer uma apresentação com fontes diferenciadas tudo bem. No entanto, é preciso checar se elas são legíveis. Para isso, escreva o alfabeto inteiro naquela fonte e veja se não há nenhuma confusão de letras.

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4-Limite a quantidade de tamanho das letras

A apresentação tem que ser padronizada para que fique claro ao público a mensagem que está sendo passada. Por isso, faça um gabarito com o tamanho das letras que for utilizar.

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5-Componha frases curtas para falar em público

Tudo o que estiver escrito no slide, o público quer ler. Se existem frases muito longas, além do risco de ficarem confusas, há o fato de que o leitor vai prestar mais atenção no slide do que em você.

Componha frases com sujeito, verbo, predicado e ponto final. Assim a mensagem ficará simples, direta, concisa e eficiente.

6- Use poucas linhas

Se existe algo deselegante em apresentações é um slide cheio de escritos. Tão cheio que dá preguiça de ler!

Usar poucas linhas faz com que você se lembre do que precisa ser dito. Chame a atenção dos expectadores para slide contendo apenas o essencial. Deixe que o foco da palestra seja você!

7- Insira apenas uma ideia em cada slide

Slide é parecido com parágrafo na língua portuguesa: uma ideia, um slide. A apresentação pode ter quantos slides você quiser, mas é preciso que cada um deles contenha uma única mensagem.

Assim o público entende perfeitamente aquilo que você quer transmitir.

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8- Utilize as superdicas de cores

Pode até parecer misticismo, mas o fato é que o uso de cores tem funções pré-determinadas. A imagem que se quer passar em uma apresentação é feita por um conjunto de fatores. Esses incluem tanto as letras, quanto as imagens e suas cores.

Aposte no azul para mostrar inovação e no verde, para eficiência. Já para chamar a atenção utilize o laranja e até mesmo o vermelho. Para alegrar o ambiente, tente um amarelo. E assim, sucessivamente.

Vale a pena dar uma olhadinha na cromoterapia antes de combinar letras, pano de fundo e imagens em slides.

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9- Padronize uma ilustração por slide

O mesmo das ideias é válido para as ilustrações. Uma imagem por slide para não ficar confuso.

Pode usar montagem, gif e até mesmo gráficos e vídeos. Desde que seja mantido o padrão de uma imagem por slide.

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10- Retire tudo o que prejudicar a compreensão da mensagem

Já viu aqueles slides em que a pessoa inventa tanta moda que no final ninguém sabe qual a serventia daquela mensagem?

Quando revisar a sua apresentação, retire tudo aquilo que possa parecer confuso ou cheio demais. É melhor ter que refazer os slides antes do que durante a palestra, não é mesmo?

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Com essas 10 superdicas, certamente a sua próxima apresentação será um sucesso. Falar em público é uma arte, por isso, aproveite a visita para deixar uma dica para a gente também. Contamos com você!

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Consciência negra: como vencer o preconceito racial?

consciência negra - elisandra cabral - liberdade - racismo

Se você é negra, sabe que hoje é o dia da consciência negra. Se você não é negra, mas é brasileira, também sabe que dia é hoje. Por isso esse post foi escrito para todas as mulheres brasileiras.

A ideia é responder à questão é: o que fazer com essa consciência negra? Neste post, preparamos uma reflexão em homenagem a essa data. Confira!

O que fazer com a liberdade quando não se tem educação?

Libertar não pode ser apenas conceder a liberdade em um papel. Libertar tem a ver com munir o outro de condições para que possa escolher. Ter a opção de uma nova vida e de uma maneira diferente de vivê-la.

Foi isso o que faltou aos negros quando foi assinada a lei áurea. Eles sabiam ser escravizados ou lutar contra a escravidão. Eram essas as duas opções de vida para quem tinha origem africana.

A partir do momento em que se tornaram cidadãos livres, um leque de oportunidades foi aberto. No entanto, eles não faziam ideia do que ele vinha a significar.

O fato é que muito negros continuaram trabalhando para seus antigos donos. Agora, sem açoites e com um salário que mal dava para se alimentar. Retornou-se a história do feudalismo na qual os empregados deviam ao patrão a estadia e a alimentação.

Como conquistar o respeito pela consciência negra?

A libertação dos escravos no Brasil mudou apenas no papel e na diminuição dos castigos físicos. O que nos mostra que respeito é algo a ser conquistado. E é bem por esse ângulo que devemos entender o dia da consciência negra. O negro não tem que pedir respeito, tem que conquistá-lo.

Não é a raça que determina o sujeito, mas a forma de cada um lidar com ela.

O dia da consciência negra deve ser tido como um momento para reflexão. Para que a sociedade possa refletir um pouco sobre como vem tratando as pessoas ao seu redor.

O homem mais poderoso do mundo de 2009 a 2017 era negro. E Barack Obama não foi eleito presidente dos Estados Unidos por ser negro. Foi eleito por ser inteligente, astuto e carismático. Ele é o exemplo de que quando você sabe quem você é, ninguém tem como lhe discriminar.

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Quais as opções para vencer o preconceito?

Aqui não falamos que o preconceito não existe. Ele existe sim e está escancarado para quem quiser ver. A questão que levantamos é a de que quando você está bem consigo mesmo, o meio exterior lhe atinge em uma proporção muito menor.

Você pode passar o resto da sua vida lutando por ser negra ou pode aceitar que você é negra e viver a sua vida com outro foco. Pode ser uma empresária, uma administradora ou o que você quiser ser.

Não precisa justificar o tempo todo o seu cabelo, os tipos de roupa que combinam com o seu tom de pele ou mesmo o quanto o mercado é injusto com as mulheres negras. 

Porque as políticas afirmativas são importantes?

O mercado é injusto e ponto. É injusto com as mulheres e ponto. É injusto com todos os tipos de minoria. E até aí todo mundo sabe. Agora, os negros compõem 51% da população brasileira. Matematicamente não são minoria.

No entanto, há uma diferença de acesso à educação e ao mercado de trabalho. Daí a importância das políticas afirmativas. A ideia é de que elas sirvam de trampolim para que aqueles que não têm condições socioeconômicas possam ter acesso à educação. 

Somente por meio da educação é que o ser humano pode, de alguma maneira, se impor. Por isso a luta dos governantes para piorar o sistema de ensino ao invés de melhorá-lo. A educação traz o senso crítico, que é a capacidade de analisar uma mesma situação sob diferentes ângulos.

Se o Brasil for um país com pessoas que tenham senso crítico, haverá a consciência de que o respeito é um dos pilares da relação com as outras pessoas. E que uma sociedade sem respeito, não é uma sociedade, mas uma multidão sendo manipulada.  

Com o senso crítico, tem-se a ciência de que os comportamentos sociais são aprendidos. E, no caso do racismo, pode-se tomar como verdadeiras, as palavras de Nelson Mandela quando diz:

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele. Para odiar, as pessoas precisam aprender. E, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”.

Até quando teremos preconceito no Brasil?

A sociedade que colonizou continua a fechar os olhos para o número de negros no Brasil pelo fato acreditar que os negros não se autoaceitam. Isso pode ser visto no racismo que é colocado em frases comuns no cotidiano. Dizer que cabelo bom é liso e não crespo; que as ações malfeitas são “coisa de preto”, e assim, sucessivamente.

É preciso saber que a raça não lhe define como sendo melhor ou pior, assim como a cor dos olhos ou o tipo de cabelo. Tudo isso se origina de uma colonização que já passou. É necessário deixar esses conceitos para traz e se tornar adepta das ideias da atualidade.

Você merece respeito e ponto. Se for desrespeitada, denuncie. É seu direito ser tratada bem. Não precisa ter vergonha em denunciar. Quem tem que ter vergonha é quem cometeu o racismo. Como disse Lázaro Ramos: “Racismo é crime e ponto final”.

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Seja respeitada pelo que você é e não pela raça que possui. Se é negra, assuma-se como negra. Faça o que quiser com seu cabelo e com a sua roupa. E pare de pedir, exija respeito. Não por ser negra, mas por também ser negra.

Mude sua atitude frente ao racismo, denuncie sempre que se sentir desrespeitada. Faça a sua vida parar de girar em torno do preconceito e passar a girar em torno do que você quiser.

Já que você não pode mudar as pessoas que são racistas, afaste-se delas. Foque em se amar e  deixe para lá as pessoas que não lhe fazem bem.

O dia da consciência negra é uma data propícia para refletir a respeito de quem você é e de quem você quer ser. Aproveite o momento de reflexão e descubra como ser uma mulher empoderada.

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Quais os fatores determinantes para o sucesso na oratória?

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Que para ter sucesso na oratória é preciso falar bem, você já sabe. Sabia que existem outros fatores que são determinantes na hora de fazer uma palestra? E, mais, que existem formas de prevenir problemas?

Neste post separamos os fatores determinante para que você seja o principal orador do evento em que for falar em público. Confira!

Analise das circunstâncias do evento para ter sucesso na oratória

Na fase de preparação de sua palestra é importante se atentar para fatores como as circunstâncias em que ocorrerão o evento, o perfil do público e o local. Isso é o que chamamos de preparação básica porque ela acontece antes do evento e é imprescindível para o sucesso de sua apresentação.

É, essencialmente, um momento de planejamento de tudo o que você irá fazer.

1. Qual o nível de informalidade?

A partir do grau de formalidade do evento é que será decidido o tipo de linguagem a ser utilizada. Para eventos mais formais eleja um vocabulário culto e procure evitar gírias. Se o evento for mais informal, utilize gírias, mas com moderação. Palavras de baixo calão são proibidas nas duas situações.

2. Por que lhe pediram que falasse? O que esperam de você?

Dentre milhões de pessoas para falar, você foi a escolhida. O mínimo a fazer é descobrir o porquê. Certamente o contratante, mesmo que seja para apresentar um trabalho na empresa, tem uma expectativa em relação à sua apresentação.

Se a expectativa for frustrada, a chance de sucesso na oratória é muito pequena. Por isso, pergunte a quem lhe pediu para falar, o que ele espera do evento.

3. Haverá mais oradores? Se for o caso, quem serão, qual o tema abordarão? Falarão antes ou depois de você?

Ninguém trabalha sozinho. É muito importante saber quantas pessoas vão falar e o que elas vão dizer.

Primeiro, para que você não contradiga ninguém; segundo, para que o assunto não seja repetitivo; e terceiro, para aproveitar e fazer um network.

4. Haverá perguntas ou debate no final?

Saber o tempo que você tem para falar inclui saber se terá mais tempo para perguntas ou se o evento culminará em um debate.

5. Haverá alguém encarregado de presidir o ato?

Se um mestre de cerimônia for apresentar o evento, você precisa saber como ele vai lhe apresentar. Se não houver ninguém para executar essa tarefa, é importante que no início de sua fala, você o faça.

6. Que roupas serão mais adequadas? Como ir vestido?

A partir da resposta as cinco perguntas acima, já é possível determinar qual a melhor vestimenta para a ocasião. Lembre-se, no entanto, de que a roupa deve aparecer menos que você e, principalmente, não deve apertar o pescoço e nem o diafragma.

Caso contrário, você pode ter cansaço vocal em pouco tempo, perder a voz e apresentar dificuldades para respirar.

Identifique com clareza o perfil do público

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7. Quantas pessoas são esperadas?

A quantidade de pessoas esperadas é o que determina o tipo de apresentação que é possível fazer. Para grupos muito pequenos, podem ser feitas perguntas para interagir com o público; já para grupos médios, é uma boa ideia realizar dinâmicas; e, em grupos grandes, o ideal é utilizar perguntas retóricas.

Envolva o seu público em sua fala e o sucesso na oratória estará garantido.

8. Que nível de conhecimento terão sobre o tema a ser abordado?

Você fala para o público, a palestra é para ele, não para você. Portanto, precisa saber quais os termos são mais apropriados para serem utilizados. Se for usar um termo técnico, certifique-se da ocorrência dele naquele meio e na quantidade de pessoas que sabem o que você está falando.

É sempre aconselhável explicar um termo que não seja muito corrente e que você precisa utilizar na apresentação.

Conheça o local de apresentação

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Para analisar o local em que o evento acontecerá, as informações devem ser bem objetivas. São pequenos detalhes técnicos que podem prevenir grandes problemas na hora da apresentação.

9. Terá que falar do alto de uma plataforma?

Com essa informação será possível programar o tipo de movimentação que você poderá fazer no palco. Pessoas que se movimentam no palco durante a fala tendem a ter mais engajamento do público.

10. De que maneira estão dispostos os assentos da plateia?

O público precisa lhe ver de todos os ângulos necessários em sua apresentação. A disposição dos assentos é o que determina qual a visão de cada expectador.

Se você não tiver certeza de visibilidade, coloque um ponto fixo no meio do palco e sente-se em locais diferentes para analisar a plateia.

11. Haverá um pódio, átrio ou mesa?

Essa pergunta determina que tipo de apoio a ser utilizado. Se só tem você e o palco, decore a palestra e use slides para se recordar dos pontos chave.

12. Como é a acústica do local?

Parece óbvio, mas não é. Conhecer a acústica do local implica em saber como seu público vai ouvir o que você tem a dizer. Assim, pergunte se existe algum tipo de equipamento para se dirigir a platéia? E, em caso positivo, qual é o tipo de microfone?

13. Que tipo de suporte visual existe?

Essa pergunta é só para lembrar o que todo mundo já sabe: é preciso testar todo equipamento tecnológico antes da sua apresentação. Se o local tiver um projetor de slides, como manuseá-lo? Aceita o mesmo tipo de slides que o seu projetor?

Na dúvida, leve sua apresentação em três modalidades diferentes de acesso: um computador, um pen drive e em e-mail.

E não se esqueça de testar os vídeos da apresentação. Nem todos abrem em todos os equipamentos.

14. Onde ficam as tomadas?

E o que o palestrante tem a ver com as tomadas? Muito! Já pensou em programar uma palestra e levar um tombo no meio do palco porque tropeçou em um fio?

Falar em público é uma tarefa que exige comprometimento, esforço, estudo e preparação. Agora que você já analisou os pressupostos básicos para ter sucesso na oratória, que tal fazer um curso completo e aplicar tudo isso na prática. É só contratar Elisandra Cabral a partir desse link.

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Falar em público: conheça 4 mitos e verdades das técnicas vocais

Falar em publico - elisandra cabral - tecnicas vocais

Se você quer aprender a falar em público precisa entender um pouco de história. Sim! É necessário compreender o que está por traz dos mitos e verdades das diferentes técnicas de oratória.

Entenda a história, agarre-se as verdades e mão à obra: hora de falar em público. E fique despreocupado, porque neste post trouxemos um resumo do que funciona e o que não funciona na oratória. Confira.

1 – Mastigar pedras ajuda a falar em público

Para falar bem é preciso mastigar pedras! Apesar de cômica a afirmação já foi tida como verdadeira por muito tempo na Grécia Antiga.  Já no filme O discurso do Rei, um pouco mais à frente da Grécia Antiga, as pedras foram substituídas por bolinhas de gude, e, semelhantemente, não funcionaram.

O mito advém do raciocínio de que mastigar algo duro enquanto se fala faz com que a pessoa articule melhor as palavras. E é verdade, mas não é literalmente.

Os alimentos duros proporcionam maior articulação dos músculos faciais. Eles forçam movimentos mais consistentes e fortalecem a musculatura. São ainda os responsáveis pela mastigação pormenorizada e pela deglutição com o posicionamento correto da língua.

Um bom curso de oratória deve ensinar você a mastigar e a engolir adequadamente. Por isso, é interessante assistir a cursos que tenham apoio de que conhece de fonoaudiologia.

2 – Falar enquanto mastiga é bom para as palavras

 No entanto, falar enquanto mastiga, desde a época do Rei Arthur, significa falta de educação. E é mesmo!

Cientificamente, falar durante o ato da mastigação pode prejudicar não só a musculatura da face como também a articulação temporomandibular. Essa é aquela articulação que dói quando você mastiga ou estala quando você abre demais a boca.

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Além, de, é claro, propiciar o acúmulo de gases no organismo que, literalmente, engole ar. O que nos faz lembrar que evitar a ingestão de líquidos gasosos, como refrigerantes, 24 horas antes das palestras, é uma boa ideia.

3 – Respirar bem melhora a oratória

Respirar bem é o primeiro pressuposto para uma pessoa falar, independentemente de ser ou não, em público. Técnicas de respiração ajudam muito a melhorar a oratória.

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Quando você não respira bem, não dorme o quanto deveria, não se concentra o quanto poderia e também não fala bem em público.

Portanto, ao contratar um curso de oratória, dê prioridade àqueles que tenham conteúdo programático personalizado para que você possa pedir para inserir técnicas de respiração.

4 – Exercícios vocais para falar em público

Os exercícios vocais são compostos por aquecimentos, pausas, cadências, tons e semi-tons. Massagens que relaxam ou tonificam. Dicas que realmente devem ser levadas a sério.

Para cada discurso, um propósito; para cada emoção, um tom; para cada respiração, um porque; e, para cada situação de falar em público, uma voz.

Sem pedras ou bolinhas, os exercícios vocais produzem a voz impactante dos principais oradores mundiais na atualidade.

Agora que você já sabe quais os mitos e verdades para falar em público, contrate Elisandra Cabral para ministrar o próximo curso de oratória na empresa em que você trabalha. É só entrar em contato aqui.

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Mãe de menina: como criar uma filha empoderada e feminina

mãe de menina - empoderamento feminino

Quem é mãe de menina sabe: criar filhas não tem receita. No entanto, com as mudanças sociais a mil por hora, a maneira antiga de educar filhos modificou quase que completamente. O único ponto que não mudou é o Amor.

Por outro lado, parece que criar filho agora é algo coletivo, porque todo mundo dá palpite. E você já sabe que os palpites virão, independentemente de você querer ou não. Assim, o melhor conselho é se informar e filtrar o que é interessante ou não sob seu ponto de vista.

Entretanto, existe um consenso: é preciso auxiliar sua filha a se amar, ou seja, a se empoderar. Parece missão impossível? Relaxe! Neste post separamos tudo que o você precisa saber para criar uma filha empoderada. Confira!

1) Empodere-se antes de ser mãe de menina

A ciência já está cansada de afirmar que a maior fonte de aprendizado da criança é o exemplo. Como uma menina que vê uma mãe que não se ama, poderá aprender o que é autoAmor?

Para empoderar sua filha, comece, por você mesma. Pare e reflita a respeito do que essa criança vê todos os dias em você, e em suas relações com as outras pessoas.

Brinque com sua filha de casinha, por exemplo. E inverta os papeis: você será a filha e ela a mãe. Observe como a criança vai representa-la. Quais serão as atitudes? Quais as falas? As respostas a perguntas cotidianas?

E mais do que isso: COMO responde à criança?

Tire um tempo após a brincadeira para refletir sobre a vivência. Analise os pontos e veja se a sua filha lhe vê de maneira pelo menos semelhante ao que você acha que é. Aproveite para olhar se existe empoderamento feminino ou menosprezo.

Esse é um começo e a partir das informações que você conseguir analisar, dê um feedback a sua filha de maneira sutil. Mude um aspecto ou outro de sua vida, uma forma de falar com a criança, ou de agir em determinada situação.  Se for necessário, converse mesmo, abertamente.

E principalmente: aproveite o feedback de sua filha para começar a amar mais a você mesma.

A falta de diálogo é o pior inimigo de uma mãe de menina.

2) Vença o preconceito feminino

Por incrível que possa parecer, o maior preconceito da sociedade é o feminino. É inaceitável como as próprias mulheres formulam desculpas para inocentar os homens a cada instante.

Em casos de violência contra a mulher, muitas são as que dizem: “culpa dela que deixou ele bater”, “vai ver ela o traiu” ou mesmo duvidam que a violência realmente aconteceu dizendo: “se fosse assim, ela já teria denunciado antes. ” Que o diga Luiza Brunet!

O primeiro passo para mudar a relação da mulher consigo mesma é vencer o preconceito feminino. Para tanto, viva a sua vida e crie sua filha sem medo do que a sociedade vai dizer.

Converse com suas amigas a respeito de ser mãe de menina e plante uma sementinha de que não há desculpas para a violência contra a mulher.

3) Quebre os padrões de beleza vigentes

Sem atos de rebeldia. Aqui a ideia é a de que você ensine a sua filha que ela é linda do jeito que ela é. A sociedade não pode ser a responsável por ditar o que é o belo.

Cada um vê beleza naquilo que quer e a partir da noção de muitos, estipularam um padrão de beleza. Um erro, certamente.

Quem fala para a sua filha que ela está feia ou bonita é você, mãe. E depois, será a própria filha.

Mostre a ela que ela pode escolher ter o cabelo liso ou ondulado, preto ou loiro, ou até mesmo ruivo, ou verde.

Ela pode ser magra ou gorda. Branca, negra, parda, amarela.

O importante é que ela goste dela mesma. E que possa fazer as escolhas que quiser e ser feliz.

4) Pare de separar as brincadeiras infantis

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O preconceito geralmente começa em casa com atitudes que muitas vezes são tão naturais que passam desapercebidas.

Um menino que vê sua irmãzinha fazendo a unha, quer fazer as unhas também. Que tal arrumar uma base para ele. Não precisa tirar a cutícula, mas pode limpar e lixar, não é mesmo? Porque é que homem tem que ter a unha grande e suja?

Por outro lado, a menina quer se vestir de super-herói para brincar com irmão ou mesmo ganhar um carrinho para colocar no hotweels. Porque não? Por acaso mulher não pode dirigir? Se pode dirigir, porque é que não pode brincar de carrinho?

Pense nessas considerações e veja quais você está disposta, como mãe de menina, a aplicar na criação de sua filha. Rompa com esses padrões de brincadeira de menina e de menino. Dê a sua filha liberdade de escolha.

5) Estabeleça hierarquias

Falando em dirigir: é bastante comum que o filho mais novo, só por ser homem, ganhe carro primeiro. Você sabe dizer, por acaso, porque? Ou faz isso no automático?

Provavelmente você não sabe, e o motivo é simples: porque o único motivo é o preconceito. O velho pré-conceito de que carro foi feito para homem. Porque é ele quem escolta a mulher.

 

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Uma casa só se torna um lar se tiver hierarquia. E por hierarquia, entenda-se, ordem. Colocar ordem em uma criança não é bater nela, mas sim, estipular limites.

Toda criança precisa de limites para crescer emocionalmente saudável. E precisa entender que mãe não é igual amiga de escola. Mãe está acima disso por ser mãe, por ter dado a vida e por ter mais experiência também.

Passe a sua filha as experiências que você teve e que achar que sejam úteis. E mais: tente não discriminar o sexo ao fazer isso. Ao dar o carro para o irmão mais novo sem ter dado para a menina, você reforça o preconceito e coloca o irmão em um lugar hierárquico mais alto do que a mulher.

Você quer mesmo ensinar a sua filha que o homem tem preferência em relação à mulher? Pense nisso!

Inegavelmente, ser mãe de menina nessa sociedade em que vivemos está cada dia mais complicado. Contudo, quando você consegue auxiliá-lo no processo de empoderamento, a missão fica mais fácil.

A base do empoderamento é o autoAmor, por isso, aproveite a visita para ler nosso post AutoAmor: Aprenda a começar a se amar.

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Ser feliz: Saiba como ser feliz em três passos simples e decisivos

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Se você está sem saber qual o real motivo de viver e de ser feliz, saiba: você não é o único! Muitas pessoas não fazem ideia do que buscar depois que conseguem o básico para a sobrevivência.

Mas porque tanta aflição? Neste post separamos os três passos decisivos para você ser feliz. Confira!

1 – Saiba a diferença entre sobreviver e ser feliz

Atualmente existem duas grandes dificuldades: a primeira, é sobreviver; a segunda, o que fazer depois disso. Sobreviver quer dizer que você possui as condições sócio econômicas necessárias para se manter vivo. Em outras palavras: tem onde morar, como se locomover e não passa fome.

Agora ser feliz é outra história. Viver está relacionado com o seu conceito de felicidade. E, muitas vezes, esse conceito está mal colocado.

Ser feliz é um ato subjetivo, não está relacionado com aquilo que você possa comprar e as vezes até mesmo fazer.

Uma pessoa pode comprar uma Land Rover evoque de última geração, mas não pode andar com ela a 200Km na rua, não pode sentar em uma esquina e ficar exibindo o carro e menos ainda estacionar com segurança em qualquer lugar da cidade.

Já em relação às mulheres -sem querer fazer discriminação de gênero –, ela pode até ter um ingresso superbacana para o show do momento – seja ele de rock ou sertanejo –  mas será que pode ir? quantas mãos bobas vai enfrentar? quantos tentarão beijá-la a força? será que vão respeitá-la apesar da roupa?

Ser feliz tem que ser diferente de colecionar objetos e mesmo saídas. Não há como essa ser uma atitude externa.

2 – Conecte-se consigo mesmo

Como ser feliz é um processo interior, conectar-se consigo mesmo é muito importante. Quando você consegue olhar para dentro e saber seus hábitos e seus gostos, fica mais fácil ser feliz.

Não sabe por onde começar? Nós ajudamos com algumas perguntas:

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  • Quem é você?
  • O que você mais gosta de comer?
  • O que você realmente quer fazer em suas horas livres?
  • Qual a sua música favorita?
  • Você aprecia cinema?
  • Qual a melhor sensação que você tem lembrança?
  • Em quem você confia?
  • Com quem gostaria de dividir seus momentos de felicidade?

 3 – Valorize os relacionamentos

Quando você respondeu à última pergunta, chegou ao nosso terceiro passo para ser feliz.

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Valorizar os relacionamentos interpessoais é a chave para ser feliz por mais tempo. Às vezes adiamos a estar com alguém por medo de que a realidade seja diferente do sonho.

No entanto, é muito mais interessante construir sonhos reais com a pessoa que você ama e quer ao seu lado. Assumir o Amor é um ato de extrema coragem, mas também é altamente compensador.

Para quê viajar sozinho, se a companhia está a disposição? Porque ficar imaginando como seria se você pode viver esses momentos?

Quando você consegue dividir seus sonhos e aproveitar a companhia que você deseja, ser feliz para de ser uma tarefa e passa a ser uma atitude cotidiana.

Vale a pena lutar pelo que você sente e pelo que você acredite. Viva, ao invés de sobreviver. Viva e se conecte com você mesmo. Viva e divida essa vida com alguém.

Esses são os três passos simples e decisivos para ser feliz. O que achou deles? Deixe seu comentário.

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Quem sou eu? Você sabe a resposta para essa pergunta essencial?

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Você precisa decidir a resposta para: quem sou eu? Parece difícil e é! Mas é necessário começar de algum lugar, não é mesmo?

Dar sentido à vida é uma tarefa que pode ser muito complicada. Principalmente se você estiver passando por problemas diferenciados como os profissionais e os familiares. A valorização da vida é uma atitude que exige reflexão.

 Por isso, preparamos este post para que você possa começar a encontrar a única razão que você tem para estar nesse mundo e ser feliz. Continue lendo!

O que dizem que eu sou

Responder a essa indagação é o que os filósofos mais tentam fazer. Os cientistas também. E os religiosos mais ainda. No entanto, vamos fazer o processo inverso e analisar algumas especulações que ouvimos por aí:

O que eu acho que sou

“Eu sou empresário, professor, funcionário público”

As profissões não são mais como antigamente. As carreiras diretivas – aquelas que você começa no cargo mais baixo da empresa e vai subindo – estão quase em extinção.

Se você for uma profissão, então sua existência está comprometida. Isso porque você está determinando que não pode ser outra coisa. Não pode mudar o que você é. E se a sua profissão acabar? E quando você aposentar, o que vai ser? Um ex-funcionário ou uma ex-pessoa?

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Aqui temos a primeira constatação: Você NÃO é apenas a sua profissão. E continua a pergunta: quem sou eu?

“Eu sou Joaquim, filho do João e da Maria”

É imprescindível honra pai e mãe e isso não se discute. Entretanto, quando você se defini como sendo o filho de alguém, está buscando para si, a repetição do que seus pais são. E esse é um problemão.

É um problema porque você é o fruto da união dos dois. Então não há como você ser um e não ser o outro. E só esse fato já faz de você diferente.

Você é único e por isso diferente do seu pai e de sua mãe. Se você fosse simplesmente o filho deles, todos os seus irmãos deveriam ser exatamente iguais a você. E mais: se você por acaso não conhece seu pai, você seria incompleto.

Aqui temos a segunda constatação: Você NÃO é apenas o filho de seus pais. E então, quem sou eu?

“Eu sou amável, doce, autoritário, rigoroso”

Ter emoções é muito importante para a vida. Entretanto, o ser humano é um ser racional, ou seja, ele pode conter seus próprios instintos e emoções.

Já pensou em uma sociedade em que cada um faz tudo o que sente, na hora que sente e que não pode mudar? Se é grosso, vai ser grosso para sempre, inclusive com quem você ama. Se é amável, será amável com todos, inclusive com quem você não gosta.

É contraditório dizer que você é uma emoção fixa e determinada.

Aqui temos a terceira constatação: você NÃO é apenas aquilo que sente. E quem sou eu?

“Eu sou aquele que já pulou o muro, já fugiu da escola, já doou cesta básica”

As suas atitudes podem ser interessantes, mas muitas delas podem ser impensadas e repentinas. O fato é que você não sabe ao certo como vai reagir a todas as situações que ocorrem em sua vida.

É um misto de moral, oportunidade, criatividade e até de hormônios que podem interferir naquilo que você faz.

Já pensou em ser determinado por uma travessura de escola? Já imaginou ser taxado de alcoólatra por uma única ressaca na vida?

Aqui temos a quarta e última constatação deste post: você NÃO é apenas aquilo que você faz. Mas quem sou eu então?

Quem sou eu?

Você já entendeu muito daquilo que você não é. Agora é hora de dizer o que você é. Os filósofos dirão: um ser pensante; os cientistas: um ser humano; e os religiosos: um filho de Deus.

 

E a resposta certa é a mais simples: Você é! Tudo e mais alguma coisa. Tudo e seus momentos, emoções, atitudes. Você simplesmente É! E essa é a razão para você existir.

Agora que você já sabe que você É! que tal compartilhar com seus amigos esse post para ver o que ele acham?

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Empoderamento feminino: como ser mulher sem perder a feminilidade

Empoderamento Feminino - Elisandra Cabral

Se você é mulher no século XXI, precisa compreender alguns aspectos básicos do processo de empoderamento feminino. 

Está na moda falar que a mulher tem que ter poder, que tem que se assumir, dominar o mercado de trabalho e o cenário político. E não é feminismo essa afirmação.
Segundo o IBGE, 51,4% da população brasileira é composta por mulheres. Portanto, lutar para que elas tenham força é o mínimo aceitável. 

O que é empoderamento feminino?

Empoderar significa tomar o poder. No entanto, tomar o poder não implica necessariamente em guerrear.E o que mais vemos nesse cenário atual é uma guerra.
Uma disputa em que a mulher, para se elevar, denigre a imagem do homem. Ao fazer isso, torna-se praticamente um deles. Não falamos de sexualidade, mas sim, de feminilidade.
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Qual o significado de feminilidade?

Feminilidade é uma característica que a mulher possui de olhar o mundo de uma maneira mais subjetiva, gentil e graciosa.
Ser feminina não é arrumar as unhas, fazer o cabelo e se vestir de patricinha. Em outras palavras, essa não é uma característica externa.
Internamente ser mulher é observar o detalhe. Ser gentil mesmo em momentos ríspidos. Vencer as guerras com afabilidade.
Não importa qual o tipo de família a que você pertença: mulheres casadas (com homens ou mulheres), com ou sem filhos, divorciadas, separadas, solteiras.A mulher é a sábia que edifica a casa, que gerencia os relacionamentos dos quais participa.
 

Ser mulher é ficar em casa?

Para ter feminilidade e empoderamento, a mulher não precisa, necessariamente, abrir mão de uma carreira profissional. Da mesma maneira que não há problema nenhum em ficar em casa.
A grande questão do empoderamento feminino é justamente essa: fazer com que a mulher seja senhora de si mesma. Ou seja, que você possa escolher se quer ou não trabalhar dentro e fora de casa.
 

Como realizar o empoderamento feminino?

Todos os livros, cursos e palestras motivacionais podem auxiliar no processo de tornar você mais forte. No entanto, somente você pode se empoderar.
Para realizar o empoderamento você precisa perceber que você é importante simplesmente por existir. Não tem que provar nada a ninguém e também não tem que disputar o poder com ninguém.
A maior confusão que é feita nesse sentido é de que é preciso rebaixar o outro para se elevar. Isso não é verdade.
Você precisa escolher as lutas que quer lutar. E a luta mais interessante é aquela em que você se eleva sem ter que passar por cima de ninguém.
Uma mulher empoderada não tem nada contra os homens. Ela apenas prefere ela mesma antes de qualquer outra pessoa. 
Homens e mulheres podem andar lado a lado. Não foram eles que subiram, foi você que se rebaixou. Eleve-se e a relação com eles será diferente.
O empoderamento feminino é o reconhecimento da mulher como a reguladora da espécie, como o cerne do ser humano. E, essencialmente, como um ser afetuoso, gentil e delicado que se ama e que desperta no outro o sentimento do Amor. 
Agora que você já sabe o que é empoderamento feminino, deixe seu comentário abaixo.