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Quem sou eu? Você sabe a resposta para essa pergunta essencial?

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Você precisa decidir a resposta para: quem sou eu? Parece difícil e é! Mas é necessário começar de algum lugar, não é mesmo?

Dar sentido à vida é uma tarefa que pode ser muito complicada. Principalmente se você estiver passando por problemas diferenciados como os profissionais e os familiares. A valorização da vida é uma atitude que exige reflexão.

 Por isso, preparamos este post para que você possa começar a encontrar a única razão que você tem para estar nesse mundo e ser feliz. Continue lendo!

O que dizem que eu sou

Responder a essa indagação é o que os filósofos mais tentam fazer. Os cientistas também. E os religiosos mais ainda. No entanto, vamos fazer o processo inverso e analisar algumas especulações que ouvimos por aí:

O que eu acho que sou

“Eu sou empresário, professor, funcionário público”

As profissões não são mais como antigamente. As carreiras diretivas – aquelas que você começa no cargo mais baixo da empresa e vai subindo – estão quase em extinção.

Se você for uma profissão, então sua existência está comprometida. Isso porque você está determinando que não pode ser outra coisa. Não pode mudar o que você é. E se a sua profissão acabar? E quando você aposentar, o que vai ser? Um ex-funcionário ou uma ex-pessoa?

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Aqui temos a primeira constatação: Você NÃO é apenas a sua profissão. E continua a pergunta: quem sou eu?

“Eu sou Joaquim, filho do João e da Maria”

É imprescindível honra pai e mãe e isso não se discute. Entretanto, quando você se defini como sendo o filho de alguém, está buscando para si, a repetição do que seus pais são. E esse é um problemão.

É um problema porque você é o fruto da união dos dois. Então não há como você ser um e não ser o outro. E só esse fato já faz de você diferente.

Você é único e por isso diferente do seu pai e de sua mãe. Se você fosse simplesmente o filho deles, todos os seus irmãos deveriam ser exatamente iguais a você. E mais: se você por acaso não conhece seu pai, você seria incompleto.

Aqui temos a segunda constatação: Você NÃO é apenas o filho de seus pais. E então, quem sou eu?

“Eu sou amável, doce, autoritário, rigoroso”

Ter emoções é muito importante para a vida. Entretanto, o ser humano é um ser racional, ou seja, ele pode conter seus próprios instintos e emoções.

Já pensou em uma sociedade em que cada um faz tudo o que sente, na hora que sente e que não pode mudar? Se é grosso, vai ser grosso para sempre, inclusive com quem você ama. Se é amável, será amável com todos, inclusive com quem você não gosta.

É contraditório dizer que você é uma emoção fixa e determinada.

Aqui temos a terceira constatação: você NÃO é apenas aquilo que sente. E quem sou eu?

“Eu sou aquele que já pulou o muro, já fugiu da escola, já doou cesta básica”

As suas atitudes podem ser interessantes, mas muitas delas podem ser impensadas e repentinas. O fato é que você não sabe ao certo como vai reagir a todas as situações que ocorrem em sua vida.

É um misto de moral, oportunidade, criatividade e até de hormônios que podem interferir naquilo que você faz.

Já pensou em ser determinado por uma travessura de escola? Já imaginou ser taxado de alcoólatra por uma única ressaca na vida?

Aqui temos a quarta e última constatação deste post: você NÃO é apenas aquilo que você faz. Mas quem sou eu então?

Quem sou eu?

Você já entendeu muito daquilo que você não é. Agora é hora de dizer o que você é. Os filósofos dirão: um ser pensante; os cientistas: um ser humano; e os religiosos: um filho de Deus.

 

E a resposta certa é a mais simples: Você é! Tudo e mais alguma coisa. Tudo e seus momentos, emoções, atitudes. Você simplesmente É! E essa é a razão para você existir.

Agora que você já sabe que você É! que tal compartilhar com seus amigos esse post para ver o que ele acham?

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